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Colunistas

“A cada cochino le llega su sábado!!!”

O povo venezuelano, do qual faço parte pela minha naturalidade, é rico em provérbios populares, cheios de sabedoria e realismo. Um dos meus preferidos, é o que intitula este texto: “a cada cochino le llega su sábado”. Numa tradução rápida, sem qualquer tipo de rigor linguístico,

Parabéns a nós, mulheres!

A nós, que somos o motor do mundo, a força da natureza, a resiliência feita pessoa! Parabéns a nós que somos mulheres, profissionais, donas de casa, mães, esposas, filhas, amigas! Parabéns a nós que vivemos num mundo -ainda- demasiado desigual, mas que tem de aturar

Não saia de casa. Para mesmo nada. Nem para votar.

O Governo está a adiar o inevitável: o fecho de escolas. Só o faz para ter moral para pedir o voto. Só mesmo uma grande dose de cinismo político adia o inevitável. Estou apreensivo. Sou empresário. Não sei se resisto a esta vaga de confinamento.

Já fiz merda! Outra vez!!!

Então já se passaram os dias de festa! Cada um de nós está, aos poucos, a voltar à rotina. Temos pela frente um ano novo, inteirinho, cheio de oportunidades e quando damos por nós: já fizemos merda! Há três dias, estávamos todos janotas, de copinho

“Liderar é a arte de eliminar argumentos”

O argumento é um raciocínio de que se tira uma consequência, mas poderá ser apenas uma objecção. Liderar é a arte de eliminar os argumentos de objecção. Os argumentos podem ser bons ou maus e são derivados de um raciocínio lógico e construtivo. Um argumento

Sobre o pós-Covid

O decretar da pandemia teve a capacidade de criar um momento próprio e excecional, em praticamente todo o mundo. Este momento pode ser entendido pela metáfora inscrita no conceito de “Krisis”, conceito médico fundado por Hipócrates que tinha como objetivo assinalar o momento em que

2020 pelo olho do rock anglófono

2020: ano bastardo. Pandemia, crise sanitária, crise de gestão, crise de organização, crise humanitária, crise económica. Se fosse um sonho, ficaria na categoria de pesadelo. Pouco sobra de positivo. Batemos no fundo, coletivamente. Ao contrário daquilo que se tem vindo a apregoar, é errado considerar

«Não trabalhe nunca; por favor esteja sempre ocupado.»

Quem passa na rua do Carmo em Lisboa, junto aos armazéns do Chiado, não pode ficar indiferente aos mendigos que lá estão sentados na rua. Pedem para cerveja, vinho, whisky e para a ressaca…. E cobram 278€ por cada foto! Chamam-lhes “Lazy beggars” (Mendigos preguiçosos), mas ao

Conheci anjos verdadeiros que vestem bata!

Hoje a protagonista da historia sou eu. É muito difícil escrevermos sobre nós próprios quando estamos habituados a escrever as histórias de vida dos outros. Mas eu preciso escrever a minha experiência como forma de agradecimento! E já entenderão o porquê desta minha vontade de