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Jornal Notícias da Barca revela “Manifesto de 100 enganados por A. Marinho”

De acordo com a notícia do jornal Notícias da Barca do dia 20 de maio de 2021, um movimento cívico barquense intitulado de “PRC – Pelas Razões Certas” reuniu 100 barquenses e construiu um texto coletivo de modo a demonstrar o desagrado à postura governativa de Augusto Marinho em Ponte da Barca.

 

De acordo com o que está escrito, “este é um texto coletivo, assinado por 100 barquenses apartidários que se sentem fortemente enganados e desapontados por Augusto Marinho desde 2017”.

Pode ler-se no texto que os motivos dos assinantes “são de várias ordens: programa eleitoral por cumprir, linhas estratégicas por desenvolver, decisões que se afastam da ética que a equipa que construiu o programa preconizava, promessas de emprego feitas apenas para captura de votos e promessas de beneficiação de estradas, caminhos e até de habitações por realizar”.

 

Está ainda escrito que “este coletivo de pessoas manifesta um profundo desagrado por uma postura não ética por parte daquele que em 2017 conseguiu obter o voto de uma maioria, desapontando e enganando, em toda a linha, os sinceros e honestos votos de confiança de uma esmagadora maioria de pessoas, senão da totalidade, que lhe foram depositados”.

De acordo com estes 100 “enganados”, as “grandes linhas do programa, que depois deram origem a 129 medidas, estão praticamente todas por cumprir”.

 

Relativamente ao segundo argumento, que o texto refere como sendo “o modo como Augusto Marinho engana os seus conterrâneos”, onde “várias famílias a quem foram feitas promessas e que nunca mais viram ou ouviram Augusto Marinho”.

O texto acaba com a ideia de que “num ato de consciência cívica, todos juntos não podemos deixar de alertar para este tipo de postura não ética que acaba por lesar todo o Concelho e todas as suas populações”.

“Diante desta postura não ética, não interessam os projetos, os planos, os estudos, as ideias ou as linhas de desenvolvimento para a melhoria do coletivo. A única coisa que conta é a vitória pessoal, autocentrada, que protege o sujeito e a sua equipa. Aliás, entre mais de 100 promessas efetuadas em 2017, apenas um grupo muito restrito, facilmente identificável, foi alvo de beneficiação e sempre de modo muito privado, pessoal e familiar, sem qualquer ganho para o coletivo”.

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