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Pouca luz pública nas aldeias facilita onda de assaltos “vivemos às escuras e eles atacam”

Em muitas das aldeias que conformam o concelho de Ponte da Barca a luz pública que chega aos lugares mais recônditos é como dizem os populares, ‘deficitária’ e isto é uma grande vantagem para aqueles chamados ‘amigos do alheio’ que cada vez mais ‘atacam’ aldeias desprovidas de recursos e com uma população cada vez mais envelhecida. 

A onda de assaltos que tem assolado as freguesias de Vila Chã e Entre Ambos-os-Rios, no concelho de Ponte da Barca, tem deixado a população muito assustada. Para a D. Maria, que vive sozinha e já tem 85 anos estes assaltos são uma realidade demasiado assustadora

“é verdade que para já têm assaltado casas de emigrantes, mas nós, os mais idosos e que vivemos sozinhos, temos medo. Por exemplo aqui, na minha rua como vê a luz pública é muito fraca e depois da 1 da manhã nem sequer estão acesas…é de meter medo, mesmo”.

A falta de luz pública e o facto desta não ficar ligada madrugada fora são dois fatores que, segundo os habitantes das aldeias

“facilita aqueles que fazem os assaltos. A ocasião faz o ladrão e é normalmente a essa hora que eles agem. Porque sabem que não há luz, que tudo está às escuras. Seria ótimo que pusessem luz onde não há e que a luz pública fica-se acesa toda a noite, como em tempos o sr. Presidente Augusto Marinho nos prometeu. Isso iria ajudar não só a evitar os assaltos, mas também às pessoas não se sentirem ‘na boca do lobo., sentença D. Maria.

Ao todo, a onda de assaltos que se registou em duas freguesias daquele concelho perfez o número de 21 habitações, todas elas de emigrantes.

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  1. Inflizmente e assim quem rouba se for apanhado Nào vai para a prizào mas se alguem na freguesia que o apanhe e lhe partir ou braços vai responder e vai hà prizào por isso meus amigos o caso esta serio e as autoridades que fassam o melhor deles