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Ponte da Barca | CDU propõe Parque Empresarial Agrícola

A CDU de Ponte da Barca propôs, em comunicado e também na sua página de Facebook, no dia 16 de fevereiro, a transformação do terreno municipal de Vila Chã São João num Parque Empresarial Agrícola.

De acordo com a CDU, esta proposta

“pode ser alvo de candidatura a fundos comunitários, uma vez que visa cumprir vários dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da AGENDA2030”.

Para os comunistas barquenses,

“este PARK EMPRESARIAL AGRÍCOLA visa o aproveitamento de terrenos municipais, como é o caso do terreno municipal de Vila Chã (S. João), tendo como objetivo a construção de uma infraestrutura empresarial de modo a acolher e a incubar empresários no setor agrícola, bem como maximizar processos logísticos de produção. Esta deverá estar devidamente licenciada para todo o tipo de produções agrícolas e deverá organizar emparcelamentos vários de modo a acolher o maior número de empresas no setor”.

As vantagens são várias:

1. Evita as dificuldades individuais dos empresários agrícolas na questão do licenciamento de terrenos;

2. Contorna a dificuldade de aquisição de terrenos e de acesso à terra, que assim ficam disponíveis em troca de projeto sustentável e pagamento de renda;

3. Permite a racionalização de meios e infraestruturas, em que um sistema de rega coletivo do próprio Park e um sistema de iluminação comum servirão todas as produções de modo mais eco-eficiente e ecossustentável;

4. Gera a possibilidade de escoamento da produção em escala, o que permite entrar mais facilmente em certos mercados ou linhas de escoamento;

5. Possibilita a criação de parcerias de produção, o que aumenta canais de escoamento e rentabilização das produções;

6. Esta maior escala permitirá a negociação de preços mais competitivos na instalação de estufas e estruturas análogas;

7. Permite uma educação sobre a produção de alimentos, o que poderá constituir um ponto estrutural de ensino e promoção do desenvolvimento sustentável na região, alimentada por visitas de estudo e projetos escolares;

8. Permite a criação de formações especializadas nos diferentes ramos da produção agrícola, conferindo trocas de saberes que trarão vantagens competitivas à região;

9. Fornecerá também a possibilidade de um espaço para caminhadas, piqueniques e recreação em contacto com a realidade agrícola;

10. Atua como uma área de reserva natural que fornece habitat valioso e ofertas de programação interpretativa para educar sobre ecossistemas, bacias hidrográficas, e práticas agrícolas ambientalmente sustentáveis;

11. Fornece um conjunto de possibilidades para financiamento das operações do parque através do seu modo de organização financeira, onde cabem possibilidades de regimes de aluguer em fazenda, arrendamentos de vários tipos, retornos de produção agrícola partilhados e secção de eventos”

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