Skip links

Missão cumprida: ‘não fomos líderes em visualizações’

Um novo ano começou e 2020 ficará na história de todos como um ano no qual aprendemos muito mais acerca de nós. Um ano que nos ofereceu uma ‘chapada coletiva’ fazendo-nos perceber que realmente por muito que queiramos há coisas que não podemos controlar e que esta vida são ‘dois dias’. Que aquilo que é realmente importante é a saúde, porque tirando isso, precisamos de muito pouco para poder viver.

Para nós, no Pasquim da Vila, o ano 2020 também foi de imensos desafios. No mês de agosto passámos a ser uma publicação periódica, e aquilo que tínhamos projetado em termos de crescimento foi conseguido e superou, em muito, as nossas expetativas iniciais. 

Com a entrada da pandemia o teletrabalho também veio fazer parte deste projeto, mas um final de gravidez complicado e o nascimento da minha segunda filha, no mês de setembro, reduziu o tempo útil do qual podia despender para me dedicar a este projeto.

Apesar dos altos e baixos pelos quais passámos, orgulho-me em dizer que o Pasquim da Vila, ainda quando a trabalhar quase -a meio gás- alcançou a cifra de mais de 700.000 visualizações, e isso faz-me sentir feliz e acima de tudo, sumamente agradecida.

Para alguns, 700.000 visualizações (em cinco meses) poderá significar muito pouco, de facto, há projetos noticiosos digitais que atingem números muito mais aliciantes, mas a meta -e a missão- do Pasquim da Vila vá muito mais além de atingir um número astronómico de visualizações ou sermos os primeiros na região, o nosso objetivo vá de mãos dadas com a verdadeira missão do jornalismo que é, acima de tudo, dar a conhecer histórias, dar voz a quem não tem, ajudar a mudar vidas e isso, sem ânimos de querer soar arrogante, o Pasquim da Vila tem conseguido. 

Foram muitas as histórias que demos a conhecer ao longo deste nosso -ainda- curto percurso e conseguimos, graças aos nossos leitores, ajudar várias famílias que estavam a passar grandes dificuldades.

As histórias da Marina e da Alexandra foram duas das que mais nos tocaram e termos conseguido ajudar estas duas famílias, e fazer que a realidade delas ficasse um pouco mais desafogada faz-nos sentir que estamos no caminho certo.

Sinto que a minha missão enquanto profissional tem vindo a ser cumprida, apesar da difícil tarefa que é ser jornalista nos tempos que vivemos atualmente. O imediatismo das redes sociais e a liberdade que existe de comentar, opinar e criticar faz que o nosso trabalho seja por vezes, reduzido da pior forma e adjetivado com palavras rudes.

Sei que há muito mais a fazer e em 2021, além de informar, procuraremos continuar a ajudar e dar conhecer as histórias de vida daquelas pessoas que -ainda-vivem no esquecimento e que precisam de uma ajuda para sentirem que pode haver esperança.

A todos os nossos leitores, patrocinadores, colaboradores, amigos, familiares e até aos meus detratores, o meu mais sincero obrigada. É graças a todos vós que este projeto é possível e que continua e continuará a crescer! 

2021 arrancou e o PV continua aqui, Feito de Verdade! 

Obrigada!

 

 

 

Escreva um comentário

Nome

Website

Comment

  1. Parabéns à Vanessa, ao Bruno, à Camila e à Valentina por toda esta travessia.
    O trabalho é muito meritório, ajudando famílias carenciadas e dando voz a quem normalmente não a tem.
    Parabéns! Feliz 2021 para o Pasquim de Vila. Entre os vários detratores, os piores são os ingratos. Enquanto o PV lhes agrada, é considerado um herói. À primeira notícia que não está de acordo com as estratégias políticas de A ou B, o Pasquim é logo alvo de insultos e ameaças. Não é caso único. Reina o insulto fácil nas redes digitais. Há uma pobreza de espírito reinante, sobretudo na política, que deriva de um colete de forças ideológico e que tolhe a liberdade. Um bem haja ao Pasquim por contrariar esse tique instalado de lés-a-lés…