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Alto Minho | Estará a Adega da Barca a caminho de Arcos de Valdevez? (Parte II)

Depois do PS ter questionado, no dia 15 de outubro em reunião de Câmara, para que Augusto Marinho confirmasse junto do consultor jurídico se “a declaração de utilidade pública no Rodo não permite ao Município transmitir imediatamente os terrenos a expropriar para a Adega Cooperativa de Ponte da Barca”, e depois de no dia de ontem, 02 de novembro, o PS ter expressado publicamente que “Passados mais de 15 dias o Presidente de Câmara informou os Vereadores que ainda estava a aguardar a marcação de reunião com o consultor jurídico da Câmara Municipal”, o PV lançou o artigo “Alto Minho | Estará a Adega da Barca a caminho de Arcos de Valdevez?”.

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O PSD, na sua página de Facebook, respondeu, dizendo que “apenas a falta de responsabilidade e a vontade expressa de mudança de território da Adega Cooperativa justifica a leviandade com que o atual Secretariado Socialista de Ponte da Barca está a lidar com a questão das novas instalações da Adega Cooperativa”.

 

Os sociais democratas acusam ainda o PS de “ausência de verdade e seriedade no debate político”, ao difundirem “falsas informações com o único propósito de conquistar algum sucesso mediático nas redes sociais e lançar a dúvida junto dos Barquenses”. Ainda no mesmo comunicado, o PSD afirma que “as novas instalações da Adega serão junto da futura Área de acolhimento Empresarial do Rodo II, em terreno cedido pelo Município e que já integra um projeto aprovado com financiamento europeu”.

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No entanto, já hoje, dia 03 de novembro, o PS de Ponte da Barca emitiu novo comunicado referindo que lamenta “o comportamento desajustado do PSD ao usar a mentira como arma política numa matéria muito séria e estrutural para Ponte da Barca”. Para os socialistas, o assunto da Adega demonstra “a falta de objetividade, planeamento e organização a que o executivo PSD já nos habitou”.

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Ao prevenir e pressionar a Câmara Municipal para a urgência da entrega efetiva dos terrenos à Adega Cooperativa de Ponte da Barca, o PS relembra que “o primeiro comunicado sobre este assunto teve na sua origem um apelo de dois membros da Direção da Adega muito preocupados com a possibilidade de mudança de instalações para o concelho vizinho, assunto já abordado em Assembleia Geral da Cooperativa”. Ou seja, de acordo com o PS chegou a discutir-se, entre membros da direção, a possibilidade de mudança para Arcos de Valdevez.

No final do comunicado do PS, é referido que “o tempo da ditadura acabou e Augusto Marinho não pode pretender impedir a liberdade de expressão, informação e opinião”.

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  1. Este executivo só faz as coisas depois de lhes apontarem o dedo.
    Tenho que ver para crer.