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Alto Minho| Mais de 2000 novos desempregados devido à pandemia

De acordo com os dados do IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional), em setembro de 2020 no Alto Minho estavam registadas como desempregadas cerca de 6.480 pessoas, ou seja, mais 2.128 do que antes da pandemia, em fevereiro (4.352).
Em termos homólogos, a pandemia é responsável por um aumento no desemprego de cerca de 49% no distrito de Viana do Castelo.
Se em Viana do Castelo aumentou 51%, a maior subida em termos percentuais deu-se em Ponte de Lima, com um aumento de 84%. Paredes de Coura, com 66%, e Vila Nova de Cerveira, com 57%, situam-se logo a seguir na lista dos maiores aumentos de desemprego.
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No geral, os aumentos do desemprego na comparação com o período anterior à pandemia distribuem-se do seguinte modo:
Arcos de Valdevez, com 565 desempregados (mais 112 em relação a fevereiro);
Caminha, com 446 desempregados (mais 142 em relação a fevereiro);
Melgaço, com 133 desempregados (mais 9 em relação a fevereiro);
Monção, com 431 desempregados (mais 111 em relação a fevereiro);
Paredes de Coura, com 300 desempregados (mais 120 em relação a fevereiro);
Ponte da Barca, com 286 desempregados (mais 54 em relação a fevereiro);
Ponte de Lima, com 1.017 desempregados (mais 464 em relação a fevereiro);
Valença, com 561 desempregados (mais 176 em relação a fevereiro);
Viana do Castelo, com 2.460 desempregados (mais 837 em relação a fevereiro);
Vila Nova de Cerveira, com 281 desempregados (mais 103 em relação a fevereiro).
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