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Patrulhamento mais intenso? Só se for para as cámaras de TV

Entres os dias 30 de outubro e 3 de novembro está condicionada a circulação entre concelhos. As operações de patrulhamento estão a ser levadas a cabo pela GNR e PSP, e visam “apoiar a população e garantir o cumprimento das normas resultantes da Resolução do Conselho de Ministros n.º 89-A/2020, de 26 de outubro, no âmbito das restrições de circulação entre concelhos”, mas não estão a ser ser cumpridas de forma rigorosa.

O testemunho é feito por João Alves, leitor do PV, que esta manhã, percorreu vários concelhos por motivos de trabalho e saúde e não viu, em nenhum deles, qualquer tipo de posto de controlo ou policiamento.

“Esta manhã, por motivos de trabalho desloquei-me desde a minha zona de residência (Ponte da Barca), até Braga. Ia preparado para justificar a minha deslocação. Mas qual foi o meu espanto? Não encontrei um só militar ou oficial da GNR a fazer patrulhamento…achei estranho, mas segui o meu percurso”.

Depois de concluída a reunião seguiu para Viana do Castelo, onde tem agendada uma consulta “e a história repetiu-se. Desde Braga, até Viana do Castelo não fui questionado nem sequer confrontado com a razão pela qual estava a fazer a minha deslocação”.

João Alves percorreu esta manhã os concelhos de: Ponte da Barca, Ponte de Lima, Vila Verde e as cidades de Braga e Viana do Castelo sem qualquer tipo de policiamento ou controlo.

E aqui eu pergunto-me: será que aqui no Alto Minho a medida é diferente? Ou só se faz operações STOP quando as cámaras de televisão estão ligadas e os jornalistas a fazerem os diretos para os telejornais?”, questiona o indignado condutor.

“Enquanto houver dois pesos e duas medidas vai ser muito complicado controlar e travar o contagio do vírus. As medidas têm, todas elas, demasiadas excepções e as pessoas ficam confusas”, conclui.

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