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Ponte de Barca| Oposição acusa executivo de “crime patrimonial”

A zona histórica de Ponte da Barca tem sido alvo de fortes reparos por parte da oposição política em Ponte da Barca. Maria José Gonçalves, vereadora independente, tem sido o elemento mais ativo nesta questão. Para a mesma, trata-se de uma situação em que existe um claro “desrespeito pelas leis” que ataca os traços históricos, volumétricos e estéticos de tão importante zona.

Estes reparos tem uma cronologia. A ex-vice-presidente fez uma primeira solicitação de respostas no dia 29 de novembro de 2019, ao Chefe de Divisão de Gestão e Planeamento Territorial. Foi-lhe entregue uma resposta a esta solicitação no dia 12 de dezembro, da autoria do senhor arquiteto Pedro Silva e Sousa, Chefe da Divisão D.E.G.U., alegando que as críticas seriam infundadas.

No entanto, e face às muitas dúvidas, insinuações e suspeições, sobretudo a partir do artigo publicado no jornal “Notícias da Barca”, de 25 de novembro, com o título “A Zona Histórica da Barca está em perigo”, a professora Maria José solicitou informação técnica à nova Chefe de Divisão de Gestão e Planeamento Territorial – Arquiteta Gisela Maria Fernandes de Azevedo Paredes. Estávamos a 26 de dezembro de 2019.

De acordo com os documentos analisados pelo Pasquim da Vila (nomeadamente a ata da reunião 02/2020), a resposta, tanto técnica como política, foi no sentido de indiciar desconhecimento técnico por parte daquela que levantou a questão, invocando-se ainda, como justificativa, a ausência de participação aquando da discussão pública referente aos planos urbanísticos da zona histórica.

No entanto, a imagem retirada recentemente por um membro do PS, que anexamos, evidencia algo que no passado teria sido urgentemente retificado, quando os vereadores do PSD da altura, Armindo Silva e Olinda Barbosa, denunciaram situação análoga na fachada no Jardim dos Poetas. O executivo era liderado nessa altura por Vassalo Abreu e o pelouro das Obras estava nas mãos de José Pontes. O Pasquim da Vila sabe que, nessa altura, a contestação teve resultados práticos, parando a obra.

Atualmente, e através de uma publicação no Facebook, juntaram-se a estas reivindicações de Maria José Gonçalves, alguns elementos do PS, que no Facebook escreveram a existência de um potencial “Crime sem castigo”, onde se acusa que a “𝖢â𝗆𝖺𝗋𝖺 𝖬𝗎𝗇𝗂𝖼𝗂𝗉𝖺𝗅 𝗇ã𝗈 𝖿𝗂𝗌𝖼𝖺𝗅𝗂𝗓𝖺”.

O Pasquim da Vila tentou ouvir ainda o presidente de Câmara de Ponte da Barca, Augusto Marinho, mas não foi correspondido com o atendimento telefónico.

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