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“O homem que não tinha uma fazenda em África”, memórias de um passado em Angola

A apresentação do livro “O homem que não tinha uma fazenda em África” do autor barquense Alfredo S. Tomaz, será apresentado no próximo sábado, 17 de outubro, às 17h00, na Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo, em Arcos de Valdevez.

A obra já tinha sido apresentada, pela primeira vez, na Casa da Cultura de Ponte da Barca o dia 9 de dezembro de 2017 e agora, a convite da Biblioteca Municipal Tomaz de Figueiredo, o autor fará a apresentação da sua obra no concelho Arcuense.

Como o próprio autor Alfredo S. Tomaz explica ao Pasquim da Vila “aquilo que me levou a escrever este livro foi o facto de ter vivido um quarto de século em Angola e uma memória privilegiada para recordar as inúmeras aventuras lá vividas”.

Recorda que decidiu finalmente colocar ’em papel’ todas as histórias que guardava na sua memória quando “há cerca de dez anos uma jornalista da revista ‘Notícias Magazine’ suplemento do ‘Jornal de Notícias’, me convidou a contar-lhe histórias vividas em África para serem publicadas naquela revista. Acedi, e quinze dias depois, o resultado da entrevista que lhe dei por telefone, foi publicado. Poucos meses depois recebi um telefonema da mesma jornalista a pedir-me autorização para que as minhas ‘Histórias de África’ fossem publicadas em livro juntamente com as de outros autores. Autorizei, e pouco tempo depois, saia a obra ‘África Eterna – Testemunhos de um tempo que não se esquece’ , editada pela Oficina do Livro”.

Relembra que foi assim “o trampolim para a aventura da escrita que durou cerca de quatro anos”. Alfredo S. Tomaz confessa ainda que “escrevi o livro sem pressa. Sem estar  sujeito a qualquer pressão ou prazo de entrega. Podia estar horas seguidas a ‘matraquear’ o teclado do computador, como podia estar duas semanas sem escrever uma linha. Foi um ‘parto’ demorado mas não difícil e pelas críticas que têm chegado até mim, nasceu perfeitinho”.

O autor, além da escrita, tem também a paixão pela fotografia. A imagem que constitui a capa do livro trata-se de um monólito, situado no Alto Hama (Angola), que leva por nome ‘Pedra Njoia’, fotografado pelo próprio autor, no ano de 1965.

“O homem que não tinha uma fazenda em África” é um livro de memórias, escrito na primeira pessoa, e impregnado de saudade. Aquela saudosa saudade dos tempos antigos que foram felizmente vividos e agora recordados!

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