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Cancro por amianto: o Minho continua a ser vítima

De acordo com o JN (Jornal de Notícias) e o CM (Correio da Manhã), existe um elevado número de casos de cancro detetados nas instalações da Polícia Judiciária (PJ) de Braga preocupa quem lá trabalha. Está a ser investigada a relação entre os casos oncológicos e a existência de vários telhados com amianto de edifícios devolutos vizinhos.

De acordo com o JN, são pelo menos 12 os casos de cancro em pessoas que trabalham no Departamento de Investigação Criminal da PJ de Braga. Já o CM refere 14 casos, dos quais pelo menos cinco faleceram.

Uma elevada incidência de casos de cancro detetados entre os inspetores da Polícia Judiciária de Braga levou a Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) a fazer uma participação à Provedoria de Justiça.

A participação conduziu a uma fiscalização, na segunda-feira, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, com o objetivo de verificar a qualidade do ar no edifício, revelam os dois diários.

A ASFIC acredita existir relação entre os casos de doença e o amianto presente nos edifícios devolutos à volta do departamento.

Este problema está também presente no Alto Minho. De acordo com a Lusa, há uma lista de 578 escolas onde o amianto vai ser removido, sendo 10 as escolas do Alto Minho a intercencionar. A saber: 

10 escolas intervencionadas para remoção do amianto:

-Escola Básica e Secundária de Arcos de Valdevez

-Escola Básica de Cruzeiro, Seixas, Caminha

-Escola Básica Deu-la-Deu Martins, Monção

-Escola Básica António Feijó, Ponte de Lima

-Escola Básica da Abelheira, Viana do Castelo

-Escola Básica da Foz do Neiva, Castelo do Neiva, Viana do Castelo

-Escola Básica de Darque, Viana do Castelo Castelo

-Escola Básica Dr. Pedro Barbosa, Viana do Castelo

-Escola Básica e Secundária de Arga e Lima, Lanheses, Viana do Castelo

-Escola Básica e Secundária Pintor José de Brito, Santa Marta de Castelo Portuzelo, Viana do Castelo.

Este não é um problema exclusivo das escolas. Pelo Alto Minho existem diversos edifícios com este problema. Os antigos bairros de Ponte de Lima, de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez estão ainda com este tipo de material.

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