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Turismo no Alto Minho: Viana do Castelo, Caminha e Arcos de Valdevez destacam-se

Viana do Castelo, Caminha e Arcos de Valdevez com taxas de ocupação turística a rondar os 95%.

O Alto Minho está de moda no turismo. Por causa da Covid-19, o aumento da procura por ‘refúgios seguros’ com isolamento e privacidade disparou no início do mês de junho e lotou até outubro, muitas casas de turismo rural espalhadas pela região. Desde a serra d’ Arga até à região da Peneda, o Alto Minho está lotado de turistas.

O perfil do turista no Alto Minho em 2020 é constituído por indivíduos nacionais, de ambos os géneros e normalmente em família, provenientes de centros urbanos como Lisboa e Porto.

Estes turistas procuram casas de campo espalhadas pelo distrito de Viana do Castelo já desde o mês de abril, depois de meses de paragem, de ‘lay-off’ e de grande incerteza quanto a férias e viagens. Nos meses de maio e inícios de junho, registaram-se grandes volumes de reservas de alojamento, surpreendendo mesmo até os operadores turísticos mais experientes.

As reservas tinham como objetivo ou a marcação de períodos de férias, na ordem dos 7 ou 15 dias ou então simples ‘escapadelas’ de fim de semana. Aliviar o confinamento imposto pela pandemia fez com que se passasse de quase zero em maio para um 80% em junho e julho. Agosto e setembro tem taxas acima dos 90%.

Devido ao Covid-19, as ofertas de turismo no Alto Minho especializaram-se em garantir isolamento seguro com modalidades e preços diferentes. Caminha, Viana do Castelo e Arcos de Valdevez destacam-se nas propostas de turismo seguro e isolado. De acordo com o edil de Arcos de Valdevez, as taxas de ocupação estão “acima dos 95%”.

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