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Pais barquenses preocupados com as notas dos seus filhos

“existem professores que dizem que não vão subir notas! 

A escola está a chegar ao fim. O ano letivo de 2019/2020 está na reta final. Para muitos alunos, esta será a última semana de aulas. Este foi um dos anos escolares mais atípicos de sempre. A pandemia desregulou o normal funcionamento das atividades letivas.

O Pasquim da Vila foi ouvir alguns pais sobre o assunto. Temos depoimentos que alertam para o perigo dos alunos poderem vir a ser penalizados sem terem responsabilidade alguma sobre o ano atípico que lhes tocou frequentar em termos escolares. Nos testemunhos, a pedido dos pais, só colocaremos as inicias do nome de cada um deles, para desta forma, salvaguardarmos também, a identidade dos alunos.

O primeiro testemunho é o de uma mãe, sumamente preocupada com o desempenho escolar da sua filha que confessa visivelmente afetada “existem professores que dizem que não vão subir notas!. Esta mãe sente esta preocupação como se de uma penalização de inocentes se tratasse “os jovens não têm culpa da pandemia, porque se mais não conseguiram fazer foi porque a situação não lhes permitiu. Se não se reconhecer o esforço dos jovens então isto tudo da telescola foi em vão”, afirma (I.F)

Já para o tio de uma aluna de 16 valores a preocupação é extrema se querem entrar para a universidade e não tiveram as mesmas condições e oportunidades dos anos anteriores, terão que se facilitar algumas notas finais porque os miúdos não têm culpa das pandemias, nem das decisões dos governos”, garante de forma veemente  (J. C.)

Os pais e encarregados de educação garantem que nem todos os alunos tiveram acesso de igual forma às soluções disponibilizadas pelas escola para frequentar, por exemplo, o ensino a distância, e referem que esta diferença pode vir a ser causadora de uns resultados nada justos para os alunos. No entender de uma mãe de um jovem que frequenta o 12º ano, este é “um ano que pode deixar grandes marcas no futuro dos alunos porque sem terem responsabilidade, ficaram com menos possibilidades de aumentar as médias e atingir os cursos superiores desejados”, afirmando ainda que “nem todos os jovens tiveram as mesmas possibilidades de desenvolvimento das atividades que os professores propunham (A.S.), situação esta que afirmam ser altamente injusta e penalizadora para os jovens que, apesar de tudo, fizeram um esforço por conseguir seguir à regra o plano de estudos disponibilizado e manter as notas, sempre tendo em vista a progressão dos seus estudos.

Notícia em desenvolvimento – O Pasquim da Vila entrará em contacto, de igual forma, com o Diretor do Agrupamento de Escolas Professor Carlos Louro, para conhecer o ponto de vista da instituição fase a esta preocupação levantada pelos pais e representantes.

Vanessa Reitor 

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